Na juventude pensamos que aos trinta anos tudo estará magicamente resolvido. Lembro quando me perguntaram lá pelos sete ou oito anos o que eu queria ser quando crescer, acho que respondi advogado; um exemplo clássico do filho que se espelha em seu pai.
Os anos se passaram, o segundo grau também e enfim a universidade. Um sonho familiar realizado. Direito? Não! Pedagogia!
Quatro anos e meios pra me formar e finalmente exibir meu diploma aos quatro ventos. Exibi no shopping que eu trabalhava incessantemente, perdendo os melhores anos da minha juventude.
De lá pra cá a vida, que continua cagando pro meu planejamento me levou por outros caminhos. E acho que aprendi algumas coisas.
Sinto falta do tempo onde minha única preocupação era: Será que vou chegar a tempo de assistir TV colosso?
quinta-feira, 13 de maio de 2021
Longínqua
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